domingo, dezembro 2

Conferência Anual do Conselho Federal de Biblioteconomia dos Estados Unidos 2012


A Conferência Anual do Conselho Federal de
Biblioteconomia dos Estados Unidos 2012
ALA - American Library Association
por Milly Pannunzio

Todo ano a Associação Americana de Bibliotecônomia organiza um grande evento para
atualizar o conhecimento e a prática profissional de bibliotecários de todas as categorias,
conforme a demanda da atual sociedade.

Este ano a conferência foi em Anaheim, na California e uniu por volta de 25.000
bibliotecários, educadores, autores, editoras, alfabetizadores, fornecedores, entre outros.
Centenas de palestras, oficinas, debates, entre outros programas, foram oferecidos para
incentivar e guiar os profissionais da área a inovar e transformar a biblioteca.

Adicionar livros eletrônicos à coleção, desenvolver o pensamento crítico no usuário,
introduzindo novos recursos tecnologicos, a internet e os direitos autorais, o bibliotecário
como lider treinando professores quanto ao uso de recursos tecnológicos e
informacionais, a biblioteca virtual, o impacto que a biblioteca pode causar na educação e
muitos outros temas, foram discutidos e praticados.

Por estar trabalhando em uma escola que investe algum recurso no desenvolvimento
profissional de seus educadores, tive a oportunidade de participar a algumas semanas
deste importante evento na área de biblioteconomia nos Estados Unidos. Como
bibliotecária escolar escolhi participar de seções que poderiam me ajudar a elaborar
estratégias para melhor atender as necessidades dos alunos e professores; a favorecer e
melhorar o ensino e a aprendizagem dentro da escola através de ações dentro da
biblioteca. Achar soluções, agir, inovar, transformar.

Um dos grandes desafios que nós bibliotecários escolares enfrentamos, é sermos aceitos
pelos professores como parceiros capazes de colaborar com o ensino e a aprendizagem.
Com isso, muitas vezes de māos atadas, assistimos de camarote a deficiência dos alunos
em certas etapas da pesquisa, como na busca, seleçāo e citaçāo. Muitos professores
afirmam estar ensinando o aluno a pesquisar, no entanto o problema de plágio, do copiar
e colar informaçāo da internet dentro das escola, chega a ser preocupante. Alunos
utilizam a informaçāo de qualquer website que lhes pareçam satisfatórios, sem a
preocupaçāo em saber quem é o autor e se a informaçāo dada está correta, se é um fato
ou um ponto de vista. Univesidades do mundo todo afirmam que a grande maioria dos
alunos chegam sem muitas noções de como buscar informaçāo e utilizar fontes variadas,
como evitar o plágio, como usar informaçāo de modo ético e responsável. Esta questāo é
séria e o bibliotecário ao elaborar um programa e ao colaborar com o professor, pode
mudar isso.

Em todas as seções que participei o bibiliotecário é colocado como um lider, um educador
que pode colaborar com o desenvolvimento profissional do professor; que pode e muito,
contribuir para melhorar o desempenho acadêmico do aluno. Este profissional,
especializado em pesquisa, precisa estar atento e sempre procurando novos
conhecimentos principalmente no que se refere as novas tecnologias, as novas
estratégias de pesquisa, ao ensino e a aprendizagem. Precisa estar sempre em evidência
e pronto para agir, para colaborar. Precisa promover suas práticas, mostrar como ele pode
ajudar. Participar de reuniões de professores, e estar a par do currículo escolar. Saber o
que cada professor está trabalhando em sala de aula e oferecer opções para enriquecer
as aulas, para ampliar o conhecimento do aluno no que diz respeito as etapas da
pesquisa. A administraçāo da escola precisa reconhecer este parceiro e favorecer sua
colaboraçāo. Assistentes sāo necessários dentro da biblioteca para que o bibliotecário
tenha mais tempo para participar e realmente contribuir com a área acadêmica. E isto é o
que todos falam nos Estados Unidos, Europa, Brasil. Precisamos rápido transformar a fala
em ações e muitas seções da conferência davam dicas, idêias, estratégias de como o
bibliotecário poderia transformar sua prática e a biblioteca.

Numa das seçōes que participei e que mais gostei, o tema abordava diversas maneiras
de atrair o professor para aprender conosco e se desenvolver profissionalmente. Nosso
papel de lider. A necessidade de entendermos o professor, de aprendermos a analizar o
perfil dele, a entendermos seu dia a dia. Como ensinar um especialista, como lidar com o
pouco tempo (nosso e deles), como lidar com nossos próprios limites, como ser flexivel, e
por aí foi.

Nas escolas americanas cada profissional recebe um recurso financeiro extra que deve
ser direcionado apenas ao Desenvolvimento Profissional (DP). Participar de conferências
e palestras, fazer cursos, entre outros. Esta é uma oportunidade para o bibliotecário agir
como lider. Algumas escolas americanas exigem 60, 80 horas anuais de DP e
bibliotecários destas escolas afirmam que os professores participam de todas as
atividades que eles oferecem depois do horário de aula para cumprir as horas
necessárias ao DP. Treinar o professor a usar bancos de dados, a avaliar um website para
ter certeza de que é confiável, a utiliazar o catálogo virtual e maneira eficiente, a utilizar o
recurso de busca avançada do Google, a utilizar ferramentas tecnológicas para organizar
e/ou apresentar um trabalho, a entender como lidar com os direitos autorais dentro e fora
da sala de aula, etc., sāo alguns exemplos de práticas de bibliotecários como lideres.
Nas escolas brasileiras ainda temos que caminhar bastante mas já demos os primeiros
passos e vamos continuar mudando, agindo, avançando.

Em outra seçāo discutimos estratégias para avaliar a atual situaçāo de sua biblioteca e a
partir dalí, pensamos em planos de açāo para mudar, melhorar, inovar, transformar. Nos
critérios de avaliaçāo incluimos questões como: o que está funcionando agora?, o que
pode melhorar?, o que devo implantar? Quais sāo as barreiras? Como posso superá-las?
O que posso fazer agora?, O que posso deixar para mais tarde? Como e quanto minhas
ações beneficiam os usuários?

Penso que seria construtivo direcionarmos estas perguntas para diversas ações dentro da
biblioteca como a Organizaçāo, a Comunicaçāo, as Atividades. No que se refere a
organizaçāo avaliaria as seções da biblioteca, os livros, periódicos, audiovisual nas
prateleiras, o esquema de empréstimo, as tarefas do dia a dia, o espaço físico. Na
comunicaçāo penso na avaliaçāo e num plano de açāo nāo apenas para melhorar o
relacionamento e a colaboraçāo com os professores e alunos, como tambem para
identificar se meus usuários entendem como a biblioteca está organizada ou se devo
simplificar ou facilitar algo para ajuda-los a localizar a informaçāo desejada mais
rapidamente; se eles estāo cientes de tudo que a biblioteca e o bibliotecário pode
oferecer, todos os serviços, todos os recursos disponíveis. Quanto as atividades me refiro
a avaliaçāo de todas as ações que possam melhorar o desempenho do aluno em todas
as etapas da pesquisa (reconhecer, buscar, selecionar, ler, transformar, organizar, citar,
apresentar, autoavaliar), a usar eficientemente fontes de informaçāo impressas e
eletrônicas, a incentivar e apreciar a leitura, a atrair o usuário para utilizar o ambiente da
biblioteca para aprendizagem e entretenimento. O que está bom?, o que pode melhorar?,
como podemos inovar?

Um questionário também seria uma ótima maneira de avaliarmos e de coletarmos
evidências da necessidade, ou não, de mudanças. Os alunos e professores usam a
biblioteca? Com que frequência? Para que? Na opiniāo deles o que está bom? O que
pode melhorar?

Temas como a implantaçāo de livros eletrônicos, o uso de ferramentas tecnológicas para
promover livros e atividades e para organizar e compartilhar informaçāo, o uso ético e
responsável da Internet, o uso eficaz e eficiente de bancos de dados, as necessidades e
interesses das novas gerações, o impacto que a biblioteca escolar pode promover na
educaçāo, foram centrais na conferência.

Como já é sabido o computador está transformando a sociedade com seus avançados
meios de comunicaçāo e ele veio para ficar. Nunca tivemos tantos recursos
informacionais como hoje e a educaçāo tem muito a se beneficiar com isso. O
bibliotecário, entre tantos avanços tecnológicos e entre tanta informaçāo disponível,
precisa estar atualizado, conectado, pronto para oferecer novos serviços. Ensinar como
buscar rapidamente informaçāo confiável na internet, ensinar como e o quão importante é
dar crédito à autores e como fazer isso durante todo o processo da pesquisa.

Trocando idéias e experiências com bibliotecários americanos, pude confirmar que
nossas preocupações, barreiras (financeira, administrativa, entre outras), sonhos (acesso
à internet para todos, mais recurso financeiro, mais computadores na biblioteca...), limites,
entre outros, sāo muito semelhantes. Assim como as nossas, muitas bibliotecas
americanas tem acesso limitado a internet. A maioria dos bibliotecários americanos tem
dificuldade para ser aceito como parceiro do professor e colaborar com a aprendizagem
do aluno. Muitos, por falta de recursos financeiros e/ou falta de apoio da administraçāo da
escola, ainda nāo introduziram livros eletrônicos a coleçāo, nāo possuem um bom sistema
de organizaçāo online, nāo podem atualizar a coleçāo de acordo com o currículo.

Os americanos nos superam no que diz respeito à divulgaçāo e publicaçāo de suas
atividades dentro da escola. Existem centenas de grupos de discussāo e troca de
experiência online, centenas de livros e revistas impressas e eletrônicas sobre a
biblioteconomia de hoje, sobre a integraçāo da educaçāo com a biblioteconomia e a
tecnologia. Com essa facilidade de comunicaçāo, eles me pareceram mais unidos,
lutando, aprimorando o conhecimento. Estāo interessados em aprender a lidar com as
novas tecnologias, estāo lendo, conversando, dividindo experiências, estāo procurando
alternativas, crescimento, soluções.

Mesmo que umas bibliotecas escolares tenham mais recursos do que outras, estamos
todos no mesmo barco. Precisamos todos ler muito sobre a biblioteconomia de hoje,
sobre as novas gerações de usuários; precisamos usar novas tecnologias e novos
recursos informacionais.

Precisamos conversar mais, discutir nossa prática, aprender, nos fortalecer, inovar nossas
ações, dar o acesso, transformar nossas bibliotecas. Precisamos escrever, divulgar em
revistas nossas ações dentro da escola, ser criativos, achar soluções para superar
barreiras. Precisamos mostrar como podemos fazer a diferença na educaçāo.

segunda-feira, julho 16



CONTEC BRASIL

Foto: Nelson Kon
A Feira do Livro de Frankfurt apresenta a CONTEC Brasil, uma conferência sobre alfabetização, educação e conteúdo de mídia e tecnologia para crianças e jovens, que acontecerá nos dias 7 e 8 de agosto de 2012, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo.Em sua primeira edição, educadores, administradores da área educacional, experts em tecnologia e educação, editores e profissionais de empresas crossmedia poderão participar de um programa internacional e único que combina insights visionários e experiências práticas.

A conferência é organizada por duas divisões da Feira do Livro de Frankfurt: a LitCam e a Frankfurt Academy. 
A CONTEC Brasil irá promover discussões sobre a incorporação de novas tecnologias na sala de aula, o treinamento de professores, e a mídia digital e as redes sociais na alfabetização.

Palestras e painéis de discussão irão explorar a influência cada vez maior do livro digital na produção editorial tradicional, os desafios da produção crossmedia e o poder da mídia social.
Mais detalhes: 

http://www.contec-brasil.com/pt/

terça-feira, abril 17

Bibliotecas digitais complementam o ensino em sala de aula

Julia Pinto e Gabriela Portilho selecionam e compartilham uma seleção com 10 bibliotecas virtuais onde você pode baixar gratuitamente diversos clássicos da literatura, entre outras obras.

Brasiliana USP http://www.brasiliana.usp.br/ 
A biblioteca que ainda não tem residência física definitiva na Universidade de São Paulo já tem uma pequena porcentagem do seu acervo online focado em autores brasileiros ou obras ligadas à cultura nacional em domínio público. Em destaque, três volumes com gravuras de Debret durante sua viagem pelo Brasil no século 19, todas as primeiras edições da obra de Machado de Assis, José de Alencar e Olavo Bilac e a Coleção da Klaxon, uma das principais revistas do movimento modernista paulistano. Boa parte das obras raras acompanha textos de apresentação feitos pelos pesquisadores.

Domínio Público http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

Desenvolvida pelo Ministério da Educação, nesta biblioteca são disponibilizados gratuitamente cerca de 180 mil textos, além de imagens, arquivos de som e vídeo. O site conta com rico acervo de publicações na área de educação. Lá, você ainda encontra as obras completas de Machado de Assis e um grande acervo de poesias de Fernando Pessoa. A biblioteca possui também diversas músicas eruditas brasileiras, e inúmeros textos de literatura infantil, além dos Compilados sobre Legislação Educacional.

Biblioteca Nacional http://www.bn.br/portal/ 
Um dos maiores acervos do país já tem boa parte da sua versão virtual catalogada, principalmente na área de periódicos. Apesar de conter um certo número de materiais literários, o foco da biblioteca catalogada ainda são os mapas, fotografias e periódicos. Vale conferir a versão original dos Lusíadas, a Bíblia em latim, e a Coleção Teresa Cristina - uma série de documentos doados ao museu pela mulher de Dom Pedro II com registros riquíssimos do Império.

Arquivo Público do Estado de São Paulo http://www.arquivoestado.sp.gov.br
Uma excelente opção para aqueles que procuram arquivos históricos relacionados ao Estado de São Paulo Jornais, o Arquivo Público do Estado traz uma série de revistas, Fotografias, vídeos e anuários estatísticos. Entre os destaques do acervo está um conjunto documental com cartas trocadas pelos chefes do movimento sobre a Revolução de 1924. A seção Memória da Educação é um prato cheio para professores, apresentando publicações de caráter histórico que nos remetem ao universo escolar em São Paulo nos séculos 19 e 20.

Acervo Digitais de Cordeis da Biblioteca de Obras Raras de Átila de Almeida - UFPB http://cordeis.bc.uepb.edu.br/index.php

Considerando a riqueza da peculiaridade da cultura nordestina, a biblioteca traz cerca de 9 mil títulos e 15 mil exemplares de cordéis da Biblioteca de Obras Raras Átila Almeida, cuja mantenedora é a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB). A biblioteca apresenta-se como a maior guardiã no Brasil desse tipo de acervo tanto no que diz respeito às questões de ordem quantitativa como qualitativa (estado de conservação e organização das peças).

Biblioteca Digital Paulo Freire http://www.paulofreire.ce.ufpb.br/paulofreire/principal.jsp 
Também pertencente à Universidade Federal da Paraíba, a biblioteca traz um rico acervo sobre o educador que inclui seus textos, livros, textos didáticos, correspondências e, inclusive, diversas críticas e análises relacionadas a seu trabalho.

Biblioteca Digital Mundial http://www.wdl.org/pt/about/ 
Criada pela UNESCO, a Biblioteca Digital Mundial disponibiliza na Internet, gratuitamente, e em formato multilíngue, importantes de literatura, áudio, mapas e fotografias provenientes de países e culturas de todo o mundo. As pesquisas podem ser feitas em sete línguas diferentes e as buscas, feitas por período.

Traz biografias de artistas, cineastas e dramaturgos nacionais; além de roteiros de cinema, peças de teatro e a história de diversas emissoras de TV. Caso o leitor prefira a versão impressa, todos eles podem ser encontrados em livrarias de todo o país;

Projeto da Wikimedia Foudation dedicado ao desenvolvimento colaborativo de livros, apostilas, manuais e outros textos didáticos de conteúdo livre. São diversos temas em diversas línguas. Há uma versão da página em português.

Banco de Dados de Livros Escolares Brasileiros (1810 a 2005) - FEUSP http://www2.fe.usp.br/estrutura/livres/index.htm 
Banco de dados que disponibiliza pela internet o acesso à produção das diversas disciplinas escolares brasileiras desde o século XIX até os dias atuais e fornece referenciais e fontes. A organização do LIVRES caracteriza-se por ser alimentado e ampliado constantemente pelas pesquisas de uma equipe de especialistas da área, que analisam o livro.



domingo, março 18

Livros Eletrônicos ou eBooks, você já experimentou?


Há um ano trás comprei um iPad e venho desde então, explorado livros eletrônicos. Baixei gratuitamente alguns aplicativos para leitura digital como o Kindle App (para ler livros vendidos pela Amazon), o Kobo App para ler livros comprados pelo site Kobo, o App do GoogleBooks e para ler livros nacionais o eReader livraria Cultura para ler eBooks comprados pelo site da livraria.

Posso dizer que é realmente incrível ler um livro através de um iPad. Como um livros impresso, você desliza o dedo e vira a página, você pode grifar palavras e trechos importantes para futura referência, pode tomar notas, enviar trechos do livro e comentários para outras pessoas, pode clicar numa palavra e imediatamente obter a definição da mesma. Pode aumentar letras, mudar a cor da página, aumentar ou diminuir a claridade, marcar páginas e por aí vai. Fascinante!

Além de todas estas características, na maioria dos casos, o eBook tem um preço melhor. Você compra o livro através do site da livraria e imediatamente ou após alguns poucos minutos, seu livro aparece na sua prateleira digital situada dentro do leitor digital. Nunca comprei e li tantos livros em tão pouco tempo como agora.

Sou professora bibliotecária de uma escola internacional e como bem sabemos e vocês com certeza irão concordar, nossos alunos adoram tecnologia. Escrevem e leem mensagens em redes sociais como Facebook e Orkut, buscam informação na internet, compram e baixam música pela internet, adoram jogos eletrônicos, e cada vez menos há tempo para ler uma boa história. O livro digital, dentro deste novo cenário, pode ajudar a resgatar o hábito da leitura da “boa histórias”. Digo “ler uma boa história” ao invés de “ler um bom livro” porque o que interessa e o que nos prende a leitura, é uma boa história; história que trás emoções, que nos faz pensar, refletir. O suporte desta história pode variar sendo este impresso, eletrônico, ou um audiovisual.

O eReader e o eBook, como ferramentas inovadoras para leitura, podem ser a tábua de salvação para que nossos alunos voltem a ler boas histórias.

Estamos hoje num período de transformação e mesmo já existindo muitos livros eletrônicos maravilhosos, o acesso se dá apenas aos mais privilegiados da sociedade. Sem falar das editoras que ainda não sabem como lidar com a nova demanda.

Terminei um curso online neste mês, de quatro semanas, oferecido pela American Library Association que deu muitas orientações e dicas de como implantar livros eletrônicos na biblioteca escolar e na sala de aula. Na escola em que trabalho, usamos um sistema americano de biblioteca (Follett) que permite comprarmos, e disponibilizarmos eBooks através de nosso catalogo eletrônico. Estamos agora adicionando eBooks em nosso acervo e nos preparando para, no próximo semestre, treinar nossos usuários em como acessa-los e utiliza-los. A Follett já trás embutido um esquema de DRM (digital rights management) que, vamos dizer, cuida de alguns detalhes de direitos autorais como por exemplo, não permitir que o leitor que retirou um eBook consiga imprimir mais que 10 páginas num certo período de tempo.  Acho que tenho sorte por estar trabalhando numa escola internacional e poder usufruir desta tecnologia.

As escolas brasileiras mais privilegidas poderiam disponibilizar leitores eletrônicos como o Alfa da Positivo e Cooler para seu usuários e também download gratuitamente o Adobe Digital Reader http://www.adobe.com/br/products/digitaleditions/ em seus computadores, para baixar e ler eBooks comprados pelo site de livrarias. Algumas boas livrarias para se comprar eBooks: Livraria Cultura, Gato Sabido e Saraiva.  

Também seria interessante ensinar alunos e professores como baixar leitores eletrônicos gratuitos como os já mencionados neste texto, em seus próprios PCs, MACs, Tablets, Smartphones e como baixar livros gratuitos como os clássicos, em domínio público. O site do governo “Domínio público, disponibiliza muitas obras gratuitas, porem a maioria em PDF, que não é o modo mais gostoso para se ler um eBook. O melhor formato é o ePub que oferece ilustração para mudança de página e outras características importantes e vantajosas que um eBook pode oferecer.

Nos Resta agora torcer para que as editoras brasileiras acelerem suas ações e comecem logo a oferecer bons eBooks.

Vamos continuar explorando e aprendendo sobre o livro e o leitor eletrônico e trocando ideias.

Contribua! J

Milly

domingo, outubro 23

II FÓRUM INTERNACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA ESCOLAR E V SEMINÁRIO BIBLIOTECA ESCOLAR: A PRÁTICA EM EVIDÊNCIA

Comissão de Educação do CRB/8 festeja o II FIBE

O II Fórum Internacional de Biblioteconomia Escolar atingiu seu objetivo. A platéia atenta e participativa, com bibliotecários, professores, pesquisadores, políticos, jornalistas, estudantes de Biblioteconomia e outros, aproveitou o conteúdo de cada palestra e se expressou através de perguntas e intervenções. Palestrantes nacionais e internacionais (dos Estados Unidos,  Portugal, Peru, Holanda) apresentaram realidades e visões que geraram muita reflexão.
Ficou claro que os bibliotecários escolares precisam abraçar o novo paradigma e fazer de suas bibliotecas verdadeiras agências educadoras. Preparar a geração de aprendizes para um futuro que já exige deles competência informacional, criatividade e capacidade para produzir novos conhecimentos. Somente com estudo, pesquisa e aprimoramento profissional o bibliotecário poderá dar conta dessa atribuição, ou seja, colocando-se , também, no papel de aprendiz. Uma nova atitude e uma postura de proatividade serão a chave para abrir esta porta que conduzirá a educação do nosso país por novos e mais eficazes caminhos.

domingo, setembro 18

30º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina e VII Fórum Estadual de Bibliotecas Escolares

30º Painel Biblioteconomia em Santa Catarina e VII Fórum Estadual de Bibliotecas Escolares será realizado de 07 a 08 de outubro de 2011, em Florianópolis, na Universidade do Estado de Santa Catarina.


II FÓRUM INTERNACIONAL DE BIBLIOTECONOMIA ESCOLAR E V SEMINÁRIO BIBLIOTECA ESCOLAR: A PRÁTICA EM EVIDÊNCIA

II Fórum Internacional de Biblioteconomia Escolar - V Seminário Biblioteca Escolar: A Prática em Evidência será realizado de 18 a 20 de outubro de 2011, em São Paulo, no Auditório do Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal – CEPAM.

sexta-feira, agosto 26

Dica de livros Essenciais para Educação Infantil a Ensino Médio


Para quem ainda não conhece, vale visitar o site "Educar para Crescer" com dica de 204 livros essenciais para serem lidos da Educação Infantil ao Ensino Médio.

http://educarparacrescer.abril.com.br/livros/index.shtml 

Realização: Editora Abril e Zig Zig Zaa

quinta-feira, julho 28

III ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS ESCOLARES

ENB 2011
III Encontro Nacional de Bibliotecários Escolares

Integrando Saberes

Data: 26 de agosto de 2011
Local: Hotel Park Inn - Avenida Ibirapuera, 2.534 - São Paulo/SP

. Competência em informação: concepções, fluxos e ações

Dra. Elisabeth Dudziak - Diretora da Divisão de Gestão de Desenvolvimento e Inovação do Departamento Técnico do Sistema Integrado de Bibliotecas da USP
. O bibliotecário como educador - Case Colégio Humboldt

Amanda Castillo Nornberg - Bibliotecária do Colégio Humboldt
. E-books: tendências e a sua realidade no Brasil

Ednei Procópio - Coordenador Geral do Cadastro Nacional do Livro
. Perspectivas contemporâneas da Biblioteca Escolar

- Biblioteca Escolar e o conceito de aprendizado integrado
- Leis e Diretrizes da Biblioteca Escolar
- Case de Biblioteca Escolar
Leila Flores Maia - Bibliotecária Coordenadora da Biblioteca do Colégio Santo Américo, Morumbi-SP
. Novo perfil dos clientes de bibliotecas

- O que as gerações X, Y e Z esperam das bibliotecas universitárias?
- Avaliação do MEC: qual o papel do bibliotecário?
- Biblioteca web.2
Rosa Maria Andrade Grillo Beretta - Gerente de Informações da FESPSP
. A realidade atual na gestão de bibliotecas e sistemas de informações acadêmicos

- Administração de recursos humanos e financeiros - novos serviços
- Contexto da informação em ambiente universitário
Dr. Waldomiro Vergueiro - Vice-chefia do Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ESCA-USP.

Inscrições abertas!
VOCÊ NÃO PODERÁ PERDER ESTA INCRÍVEL OPORTUNIDADE!
Humus
Desenvolvendo gestores para o sucesso

Tel: (11) 5535-1397
Site: www.humus.com.br
E-mail: humus@humus.com.br
Mídias Sociais: Twitter/ Facebook

terça-feira, junho 21

III Encontro Nacional de Bibliotecários de IES & III Encontro Nacional de Bibliotecários Escolares: integrando saberes

Data
26 de agosto de 2011

Local
HOTEL PARK INN IBIRAPUERA - Avenida Ibirapuera, 2534 - Moema - São Paulo-SP

Para quem se destina
Chefes, encarregados e bibliotecários de instituições de ensino.

Benefícios em participar deste Encontro
. Conhecerá as tendências do e-book e o seu impacto nas bibliotecas;
. Saberá o contexto atual dos bibliotecários e as diversas formas da censura;
. Terá informações sobre a realidade atual na gestão de bibliotecas e sistemas de informações acadêmicas;
. Conhecerá o que as gerações X, Y e Z esperam das bibliotecas da atualidade.
Realização
 

segunda-feira, maio 30

Evento Internacional de Biblioteconomia Escolar

Evento Internacional de Biblioteconomia Escolar ocorrerá durante três dias no mês de outubro em São Paulo     
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Palestrantes internacionais, especialistas em Biblioteca Escolar, já confirmaram presença no II Fórum Internacional de Biblioteconomia Escolar e V Seminário Biblioteca Escolar: Espaço de Ação Pedagógica, que acontecerá em São Paulo durante três dias a partir de 19 de outubro.

O evento reunirá pesquisadores nacionais e internacionais para debater três temas: Comunidades de Práticas, Competência em Informação e Pesquisas e Investigações. A contribuição virá de professores e bibliotecários de países como Alemanha, Peru, Portugal e Brasil.

Organizado pelo Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo (CRB-8) e International Association of School Librarianship (IASL) ou Associação Internacional de Biblioteca Escolar, o evento analisará as mudanças desafiadoras no ambiente da educação e da escola, assim como reflexões sobre o papel do profissional que atua na biblioteca escolar.

Principais objetivos • Analisar as mudanças desafiadoras no ambiente educacional, oriundas das novas tecnologias e redes sociais, as quais interferem diretamente no papel de educador do bibliotecário escolar.
• Compreender a importância da competência informacional na formação dos estudantes e atualização dos profissionais da Educação.
• Incentivar, promover e divulgar pesquisas e investigações na área de Biblioteconomia escolar.
• Estimular a criação de grupos e de fóruns permanentes para discussão e desenvolvimento da Biblioteconomia escolar no Brasil.

Sobre os eventos anteriores
O primeiro Seminário Biblioteca Escolar: Espaço de Ação Pedagógica aconteceu em Belo Horizonte/MG, em 1998. O segundo Seminário aconteceu em Vitória/ES, no ano seguinte, e o terceiro, também em Belo Horizonte, em 2004.

Em 2008, o CRB-8 e a IASL organizaram o Fórum Internacional de Bibliotecas Escolares e o IV Seminário de Bibliotecas Escolares, em São Paulo. O evento reuniu dezenas de profissionais e gestores públicos para refletir sobre a atual situação da biblioteca escolar no Brasil e contribuir com propostas concretas à sua efetiva inserção no cenário educacional brasileiro. Na época, verificou-se grande interesse por parte dos profissionais em se atualizar, em conhecer os novos métodos e as ferramentas indispensáveis para uma prática eficaz.

Programa Durante a Pré-conferência de Pesquisadores e Acadêmicos, que acontecerá no primeiro dia, serão apresentados, por meio da metodologia de ateliers, três temas: Pesquisas e Investigações ressaltando a importância de pesquisas; ações que promovem a criação de Comunidades de Práticas presenciais ou virtuais; a introdução e ensino de Competência em Informação nas escolas.

No segundo dia, haverá uma Conferência Geral agregando os três temas do evento, além do coquetel de confraternização. No terceiro dia, o debate abordará a Biblioteca Escolar e seus Desafios: Sugestões e Soluções e reunirá bibliotecários e acadêmicos de diversas partes do mundo.

Saiba quem são os palestrantes internacionais convidados e já confirmados, e obtenha mais informações em www.fibe2011.com.br

Serviço De 19 a 21 de outubro
Local: Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo FE-USP
Informações e inscrições: www.fibe2011.com.br
Aproveite os descontos concedidos!
E-mail para contato: faleconosco@fibe2011.com.br

Fonte: BOB NEWS, nº44, maio de 2011.
http://www.crb8.org.br/UserFiles/File/BOB%20NEWS%20n44%20maio%20de%202011.pdf

quarta-feira, abril 6

CRB8 Organiza Encontros sobre Biblioteca Escolar


Primeiro semestre 2011
IV Encontro Sobre Biblioteca Escolar: Parâmetros para o Aprendiz do Século 21
Palestrantes: Lúcia Paranhos / Rosana Telles
Data e horário: 16/04, das 9h às 13h

V Encontro Sobre Biblioteca Escolar: Projeto de Pesquisa em Colaboração com o Professor Palestrantes: Maria Cecília Zanforlin / Milly Pannunzio
Data e horário: 14/05, das 9h às 13h

I Encontro Sobre Biblioteca Escolar: Colaboração (2a. Apresentação) Palestrante: Katharina B. L. Berg
Data e horário: 18/06, das 9h às 13h

Local: Sede do CRB-8 – Rua Maracajú, 58 – Vila Mariana.

Inscreva-se enviando e-mail para crb8@crb8.org.br informando: nome completo, registro, telefone, endereço de email, instituição em que trabalha e temas de seu interesse. Aguarde a confirmação de sua inscrição.

sábado, março 5

Agenda de cursos presenciais FEBAB - Inscrições abertas

CURSO 1: Captação de Recursos para Projetos

Docente: Rejane Gontow
Carga Horária: 16 horas
Data: 26 de março e 02 de abril
Valor: R$ 300,00
Local: Museu da Língua Portuguesa

CURSO 2: Planejamento e Gestão de Serviços Bibliotecários
Docente: Rosa Villares
Carga Horária: 8 horas
Data: 09 de abril
Valor: R$ 200,00
Local: A definir

CURSO 3: Ètica e Etiqueta na Disseminação da informação nas redes sociais e colaborativas
Docente: Maria Cristina Palhares Valencia
Carga Horária: 8 horas
Data: 16 de abril
Valor: R$ 200,00
Local: A definir

CURSO 4: Marc 21 Bibliográfico e Autoridades
Docente: Concilia Teodosio
Carga Horária: 16 horas
Data: 30 de abril e 07 de maio
Valor: R$ 300,00
Local: Museu da Língua Portuguesa

CURSO 5: Tesauro
Docente: Maria Edith Giusti Serra
Carga Horária: 16 horas
Data: 14 e 21 de maio
Valor: R$ 300,00
Local: A definir

CURSO 6: AACR2
Docente: Rosa Correa
Carga Horária: 8 horas
Data: 28 de maio
Valor: R$ 200,00
Local: A definir

CURSO 7: Introdução aos metadados com ênfase no Dublin Core
Docente: Concilia Teodosio
Carga Horária: 16 horas
Data: 04 e 11 de junho
Valor: R$ 300,00
Local: A definir

OFICINA: Pesquisas Acadêmicas na web
Docente: Suely de Brito Clemente Soares
Carga Horária: 8 horas (Um micro por aluno)
Data: 10 de junho
Valor: R$ 300,00
Local: Faculdade de Saúde Pública USP

Maiores informações secretaria@febab.org.br ou 11 3257-9979

Os programas dos cursos estarão em breve no site da FEBAB www.febab.org.br
O número mínimo de inscritos para os Cursos é de 20 pessoas e para a Oficina é de 25 pessoas.
Para quem fizer 3 cursos ou mais terá desconto de 20%
Instituição para 3 pessoas ou mais terão desconto de 20%

FICHA DE INSCRIÇÃO:

CURSO DESEJADO:

Nome(s):
Local (Trabalho, Entidade/Instituição):
Endereço:
Cidade: CEP: Estado:
Tel.: ( ) Fax: ( )
E -mail:
Data:
Assinatura:

*Obs.: - Fazer cópia(s) da ficha para enviar via fax ou e-mail

Forma de Pagamento: Enviar via FAX (0xx11 3257-9979 ) a Ficha de Inscrição, juntamente com a cópia do depósito bancário, em nome da FEBAB - Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições, no Banco do Brasil - Agência 3559-9 - Univ. São Paulo - C/C 17.932-9.
CNPJ: 44.075.687/0001-08

domingo, janeiro 23

IFLA: Diretrizes sobre Desenvolvimento de Habilidades em Informação. Por Jesus Lau

Este é o logotipo oficial da IFLA para Letramento Informacional (Information Litercy)

Olá,

Vale examinar e adotar, as diretrizes sobre o desenvolvimento de habilidades em informação para a aprendizagem permanente, desenvolvida por Jesus Lau e traduzida por Regina Belluzzo.

Clique no link:
http://www.ifla.org/en/publications/guidelines-on-information-literacy-for-lifelong-learning

Estas diretrizes podem ajudar na criação de um currículo ou programa para a biblioteca escolar que, integrada ao conteúdo do professor e alinhada a capacidade e necessidade do aluno, pode melhorar consideralvelmente o desenvolvimento escolar da criança. Vale lembrar aqui que este trabalho deve ser feito em parceria, incluindo bibliotecário e professor. 

A idéia é utilizar estas diretrizes como um guia, para criar um programa de ensino dentro da biblioteca escolar, utilizando recursos impressos e eletrônicos, para desenvolver nos alunos (desde o Fundamental 1 ou até antes) tais habilidades, planejando aulas com sequência lógica de aprendizagem.

REFLEXÃO:
1. Para desenvolver as habilidades descritas por Jesus Lau, progressivamente nos alunos, que atividades eles devem vivenciar? em que ano? e com qual frequência?
2. Como posso integrar o conteúdo dado em sala de aula pelo professor, para elaborar atividades na biblioteca que desenvolvam eficazmente as habilidades descritas por Jesus Lau?

Converse com o coordenador pedagógico. Ele é o profissional que poderá conectar você aos professores!

Entre no link e procure na página aberta, a versão em portugues. 

Boa leitura e criação!

Ah! não esqueça de comentar aqui, para os seguidores deste blog e visitantes, suas ações, dúvidas, sucessos, frustrações, entre outros!

domingo, janeiro 9

Projetos e ProgramasBiblioteca escolar como espaço de produçăo do conhecimento: parâmetros para bibliotecas escolares

Apresentação


“Este documento constitui um referencial para a qualidade das bibliotecas escolares do país. Estamos falando de bibliotecas que são espaços de aprendizagem que propiciam e estimulam conexões entre saberes; que são laboratórios − não de equipamentos e apetrechos − mas de ideias.

Teve sua origem no Projeto Mobilizador Biblioteca Escolar: construção de uma rede de informações para o ensino público, lançado em 2008 pelo Sistema CFB/CRBs (Conselho Federal de Biblioteconomia/Conselhos Regionais de Biblioteconomia), que argumentava
a favor da criação de bibliotecas nas escolas públicas do país.

Nesta ocasião, o CFB buscou parcerias para desenvolver as ações propostas no Projeto Mobilizador, que pudessem embasar o objetivo de dotar as escolas brasileiras com bibliotecas de qualidade, que contribuíssem efetivamente na formação de crianças e jovens.

Acolhendo a parceria proposta pelo CFB, o Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar (GEBE) da Escola de Ciência da Informação da UFMG, se dispôs a elaborar parâmetros para criação


e avaliação de bibliotecas escolares. Tais parâmetros constituem um referencial flexível para que escolas – públicas ou particulares – embasem sua decisão sobre a biblioteca com a qual desejam contar. Podem ser catalizadores de mudanças em escolas que entendem a biblioteca como espaço de aprendizagem.

O processo de elaboração dos parâmetros teve início com um estudo da situação das bibliotecas escolares do país. Partindo desta realidade – e tendo como base teórica a noção de biblioteca escolar como espaço de aprendizagem – o GEBE pode definir o que é uma


biblioteca escolar brasileira e, a partir daí, apresentar indicadores que apontam níveis a serem alcançados, dependendo da vontade e das possibilidades de cada escola em investir na sua biblioteca.

Espera-se que, no nível básico, os indicadores sejam um ponto de partida, servindo para orientar a maioria das escolas que desejem criar sua biblioteca ou reformular espaços que ali já existem, mas que não podem ser considerados como biblioteca. No nível exemplar os indicadores significam um horizonte a ser alcançado.

Estes parâmetros devem ser vistos como referenciais flexíveis, a serem modificados na medida em que se consolidarem como instrumentos úteis para balizar o aperfeiçoamento das bibliotecas escolares do país.

Belo Horizonte, 13 de outubro de 2010

Nêmora Arlindo Rodrigues
Presidente do Conselho Federal de
Biblioteconomia – 14ª e 15ª gestões
http://www.cfb.org.br

Bernadete Campello
Coordenadora do Grupo de
Estudos em Biblioteca Escolar
http://gebe.eci.ufmg.br

Os parâmetros: http://www.cfb.org.br/MIOLO.pdfFonte: http://www.cfb.org.br/projetos.php

sábado, dezembro 4

40ª IASL Conferência Anual & 15º Forum Internacional sobre Pesquisa em Biblioteconomia Escolar

2011 IASL Conferência, Kingston, Jamaica

7 a 11 de Agosto, 2011


Tema: Bibliotecas Escolares: Aprimorando (Empowering) o Aprendiz do Século 21
Local: Mona Campus, na Universidade de West Indies, em Kingston, Jamaica

IASL/IFLA Pre-Conferencia Satelite Reunião - 5 de Agosto, 2011
Pre-Conferencia Oficinas - 7 de Agosto, 2011

Mais detalhes: http://www.iasl-online.org/events/conf/2011/


X Prêmio Biblioteconomia Paulista Laura Russo - Prorrogado

O CRB-8 lança o regulamento para inscrição de trabalhos para o X Prêmio Biblioteconomia Paulista "Laura Russo" que premiará artigos sobre os construtores do conhecimento no campo da Biblioteconomia.


O Projeto foi idealizado pela então Presidente do CRB-8ª no ano de 1998 Regina Celi de Souza para homenagear a bibliotecária Laura Garcia Moreno Russo,falecida em 2001, profissional importante na área de Biblioteconomia Laura Russo foi Presidente na 1ª Gestão do Conselho Federal de Biblioteconomia em 1966, por isso a escolha do nome dela para o prêmio. Para a comunidade bibliotecária do Estado de São Paulo, a premiação trouxe benefícios diversos, mas principalmente a divulgação da profissão e o reconhecimento a profissionais que se destacaram no mercado. A primeira premiação ocorreu em 26 de agosto de 1998. Tema deste ano: Biblioteca e o trabalho Social Neste ano o prêmio será uma viagem para a França, fora as premiações especiais (homenagens).


Objetivos: O objetivo maior foi a produção e divulgação de trabalhos realizados por profissionais bibliotecários e empresas em favor a leitura e disseminação da informação e valorização do conhecimento.


Os trabalhos ainda podem ser enviados.


Regulamento e mais detalhes, clique no link abaixo:

http://www.crb8.org.br/noticias_crb.php?codigo=228


sexta-feira, outubro 22

Aprendiz do Século 21 - Tradução Rosana Telles e Lúcia Paranhos

Comissão de Educação do CRB-8 sugere novo paradigma para biblioteca escolar
Rosana Telles, coordenadora da Comissão de Educação, e Lúcia Paranhos
falam sobre a importância do documento da Associação Americana de Bibliotecários Escolares


Qual a importância de trazermos os “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, da AASL, para o contexto brasileiro da biblioteca escolar?

Rosana e Lúcia Os “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, documento elaborado pela American
Association of School Librarians – AASL (Associação Americana de Bibliotecários Escolares), e publicado pela American Library Associarion – ALA (Associação Americana de Bibliotecas) definem as ompetências informacionais indispensáveis ao aprendiz do nosso século. O documento estabelece, ainda, que é na biblioteca da escola, por meio de programas específicos desenvolvidos pelo bibliotecário em parceria com os professores, que os alunos aprenderão a lidar com a informação, matéria-prima para a criação de novos conhecimentos.

A partir daí, o processo educacional deverá sofrer uma mudança de foco: da aprendizagem passiva para
a aprendizagem ativa, na qual o bibliotecário, o professor e o aluno são pesquisadores e dividem o espaço da biblioteca. A biblioteca escolar, consolidada mais do que nunca como espaço pedagógico, acolherá a formação de redes humanas engajadas no processo contínuo de aprendizagem, evidenciando-se como necessidade de caráter prioritário.


Quais as principais qualificações exigidas do estudante deste século?


Rosana e Lúcia A rapidez e o volume com que as informações são geradas hoje são responsáveis pela rápida obsolescência do conhecimento e, portanto, dos conteúdos currículares. O estudante precisa ser motivado a se envolver num processo de aprendizagem continuada. Isto quer dizer: aprender a aprender,
ser capaz de avaliar o seu próprio desempenho no processo de aprendizagem, adquirir as competências que possibilitarão a autonomia informacional necessária para alcançar sucesso em sua vida pessoal, social e profissional.


O aprendiz do século 21, apropriadamente chamado de nativo digital, precisa ser preparado para:


• Reconhecer quando a informação é necessária e ser capaz de localizá-la, avaliá-la, transformá-la e compartilhá-la;
• Ler, raciocinar e escrever com precisão e clareza, interagindo com outros, desenvolvendo e comunicando ideias e informação;
• Realizar pesquisa séria e responsável sobre perguntas de relevância, escolhas e assuntos de sua época;
• Investigar, pensar criticamente e adquirir conhecimento;
• Tirar conclusões, tomar decisões embasadas, aplicar conhecimento adquirido a novas situações e gerar novos conhecimentos;
• Compartilhar conhecimento e, no papel de cidadão vivendo em uma sociedade democrática, atuar de modo ético e produtivo;
• Buscar aprimoramento pessoal e estético.


Quais são as principais atribuições do bibliotecário que atua na biblioteca escolar?


Rosana e Lúcia Além das atividades tradicionais vinculadas à profissão, o bibliotecário precisa estar preparado para atuar no novo modelo de aprendizagem, embasado em fontes de pesquisa. Colaborar com o professor, estabelecendo parcerias, no planejamento de projetos de pesquisa e na localização e aquisição de recursos necessários para apoiar tais projetos.


Deve atuar como especialista da informação que direciona os usuários para as fontes adequadas. Enfim, deve apropriar-se de seu papel de educador e liderar o processo de ensino-aprendizagem de competências informacionais no âmbito de sua escola.


Qual é a importância da biblioteca escolar no contexto educacional brasileiro?


Rosana e Lúcia A biblioteca escolar é um espaço pedagógico que oferece acesso democrático (tanto físico quanto intelectual) aos recursos e ferramentas necessários para que a aprendizagem ocorra num ambiente acolhedor, estimulante e seguro. É um espaço de descoberta, de curiosidade, de construção do conhecimento.


Tradicionalmente reconhecida como o espaço da leitura por excelência, precisa ir além para desempenhar plenamente sua função. Não são mais suficientes apenas o incentivo à leitura e o desenvolvimento de programas culturais. Sob a direção de um bibliotecário graduado e atualizado em relação aos parâmetros da educação no século 21, a biblioteca escolar deve atuar como agência educadora integrada ao programa pedagógico da instituição de ensino, contribuindo para a formação global do estudante como cidadão do mundo.

Comissão de Educação do CRB-8 sugere novo paradigma para biblioteca escolar.


De que maneira o “Projeto Biblioteca-Vitrine: uma Parceria para ser Vista”, criado e desenvolvido pela Comissão de Educação do CRB-8, pode colaborar para concretizar os “Parâmetros” da AASL no Brasil?


Rosana e Lúcia Reunindo bibliotecários e profissionais da educação em torno da questão da biblioteca escolar, dando visibilidade às práticas bem-sucedidas e proporcionando vivências que gerarão reflexão sobre a atuação do bibliotecário no cenário pedagógico. A partir do Projeto, estão acontecendo, inclusive,
encontros mensais de capacitação profissional, no CRB-8, dando origem a um grupo de colaboradores entre si e com os demais profissionais da área, alimentando aquilo que esperamos venha a ser, no futuro, uma comunidade de prática.


Como se define o conceito “capacitação informacional” e quais os passos para ensinarmos essas competências aos alunos e a todos os atores envolvidos?


Rosana e Lúcia De acordo com os “Parâmetros para o Aprendiz do Século 21”, a noção de capacitação informacional evoluiu da simples definição “uso de fontes de referência para localizar informação”. As competências digital, visual, textual e tecnológica somaram-se à capacitação informacional como

cruciais para o aprendiz do nosso século.


A capacitação informacional é o conjunto de competências necessárias para acessar, interpretar, selecionar e utilizar a informação de forma ética e criativa. É o que dará condição ao aprendiz de aprender sempre e de enfrentar situações e desafios não previstos anteriormente. É a principal bagagem para se viver num mundo de mudanças tão rápidas e tão impactantes como o de hoje.


O primeiro passo seria adotarmos um novo modelo para as bibliotecas escolares, já aplicado em vários países do mundo, com foco voltado para o ensino-aprendizagem de competências informacionais. Para isso, seria necessário que o bibliotecário assumisse a gestão da biblioteca e exercesse suas funções também de acordo com o novo paradigma. Tal medida seria acompanhada da elaboração de currículos integrados de capacitação informacional que dariam apoio à abordagem pedagógica. Toda a ação, tanto em sala de aula quanto na biblioteca escolar, deveria estar centrada na aprendizagem embasada em fontes de pesquisa.S


Para ver o documento traduzido (7 páginas + 1 capa), acesse o link abaixo:


https://docs.google.com/fileview?id=0B7xa6HWAjUKgYmRlODZlZjYtZTg1Ni00MjFjLWJhNzktYTdkMTc0NDAwM2Yy&hl=pt_BR&authkey=CJ6xk8UD

 

domingo, outubro 17

PROJETO BIBLIOTECA VITRINE (para conhecer outras bibliotecas escolares)

O Projeto Biblioteca-Vitrine, criado pela Comissão de Educação do CRB-8, está a pleno vapor.



Se sua escola tem interesse em mostrar sua biblioteca ou visitar a biblioteca de outras escolas, afim de ver o espaço e as ações dentro das mesmas, você só precisa entrar em contato com o Conselho Regional de Biblioteconomia de São Paulo e se inscrever no programa.

O calendário para agendamento de visitas já foi definido (veja abaixo) e os grupos estão sendo formados de três a seis pessoas, de acordo com a ordem de chegada das inscrições.

Os interessados (bibliotecários, coordenadores pedagógicos, professores e estudantes de Biblioteconomia e de Pedagogia) devem enviar mensagem para crb8@crb8.org.br, aos cuidados de Ellen, informando os dados abaixo e assinalando as visitas (no máximo três) das quais querem participar.

Nome completo:
Instituição de origem:
RG (para identificação na escola):
e-mail de contato:
Desejo participar da(s) visita(s) abaixo (marcar até três):


( )A ( )B ( )C ( )D ( )E ( )F ( )G ( )H ( )I

O interessado deverá aguardar a confirmação da visita uma semana antes da data. É fundamental que, se estiver impossibilitado de comparecer, informe imediatamente ao CRB-8.

A Comissão de Educação agradece às instituições de ensino participantes do Projeto.


CALENDÁRIO PARA AGENDAMENTO DE VISITAS


A) Colégio Arquidiocesano: 19/Out (terça) 10h às 12h
B) Colégio Dante Alighieri: 20/Out (quarta) 9h às 11h
C) Colégio Santa Maria: 21/Out (quinta) 14h às 16hh
D) Associação Escola Graduada de SP (Graded School): 22/Out (sexta) 9h às 11h
E) Colégio Friburgo: 26/Out (terça) 14h30min às 16h30min
F) Colégio Santa Maria: 4/Nov (quinta) 15h às 17h
G) Colégio Arquidiocesano: 9/Nov (terça) 10h às 12h
H) Colégio Dante Alighieri: 23/Nov (terça) 10h às 12h
I) Associação Escola Graduada de SP (Graded School): 25/Nov (quinta) 9h às 11h



Fonte: http://www.crb8.org.br/noticias_crb.php?codigo=267

terça-feira, outubro 5

Quer publicar uma notícia neste blog?

Olá Educadores interessados em contribuir com a aprendizagem dos alunos, com ações dentro da Biblioteca Escolar,

Vocês são bem vindos para colaborar com a construção deste blog, enviando para o e-mail milly@picture.com.br , informação interessante para profissionais ligados a Biblioteca Escolar, tais como eventos, novidades, websites, livros, entre outras dicas interessantes, que poderão ser publicadas na página principal.

Aguardo sua contribuição!

Milly Pannunzio

quarta-feira, setembro 29

LEI No. 12.244, de 24 de maio de 2010 (bibliotecas escolares com bibliotecários)

Lei n. 12.244, de 24 de maio de 2010 (bibliotecas escolares com bibliotecários)

LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010

Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País.

Art. 1o As instituições de ensino públicas e privadas de todos os sistemas de ensino do País contarão com bibliotecas, nos termos desta Lei.

Art. 2o Para os fins desta Lei, considera-se biblioteca escolar a coleção de livros, materiais videográficos e documentos registrados em qualquer suporte destinados a consulta, pesquisa, estudo ou leitura.

Parágrafo único. Será obrigatório um acervo de livros na biblioteca de, no mínimo, um título para cada aluno matriculado, cabendo ao respectivo sistema de ensino determinar a ampliação deste acervo conforme sua realidade, bem como divulgar orientações de guarda, preservação, organização e funcionamento das bibliotecas escolares.

Art. 3o Os sistemas de ensino do País deverão desenvolver esforços progressivos para que a universalização das bibliotecas escolares, nos termos previstos nesta Lei, seja efetivada num prazo máximo de dez anos, respeitada a profissão de Bibliotecário, disciplinada pelas Leis nos 4.084, de 30 de junho de 1962, e 9.674, de 25 de junho de 1998.

Art. 4o Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 24 de maio de 2010; 189o da Independência e 122o da República.

Luiz Inácio Lula da Silva
Fernando Haddad
Carlos Lupi

Fonte: www.in.gov.br

quarta-feira, setembro 8

COLOQUIO GRATUITO SOBRE BIBLIOTECA ESCOLAR

11 de Setembro das 9 às 12h30min no CRB-8



Palestra com Katharina B.L. Berg, diretora para América Latina e Caribe da IASL (International Association of School Librarianship), com vasta experiência internacional, falará sobre o papel do bibliotecário como participante ativo e inovador na educação brasileira.

Inscrições:
https://spreadsheets.google.com/viewform?formkey=dG1aaG5iVEhNZXF2T3NRazdwR3ZVZmc6MQ

segunda-feira, agosto 16

BIBLIOTECA ESCOLAR RECEBERÁ LIVROS DO MEC

Publicado por Murilo Cunha
Assunto: biblioteca escolar
Autor: Ionice Lorenzoni.
Fonte: Ministério da Educação. Data: 11/08/2010.

Todas as escolas públicas do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio, independente do número de alunos matriculados, receberão no início de 2011 acervos literários. A escola com o menor número de estudantes receberá do Ministério da Educação um acervo com 50 títulos e as maiores, três acervos com 150 títulos.

Dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia do MEC responsável pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), mostram que 49.799 escolas do sexto ao nono ano do ensino fundamental e 17.830 do ensino médio serão atendidas. No conjunto, o PNBE 2011 vai distribuir para essas bibliotecas escolares 7 milhões de livros de literatura.

Incentivar e desenvolver o gosto pela leitura, exercitar a criatividade e a crítica e contribuir com a formação cidadã dos estudantes são objetivos do PNBE, segundo a coordenadora geral de materiais didáticos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do ministério, Jane Cristina da Silva. O programa deve contribuir também para a construção de acervos das bibliotecas escolares, conforme prevê a Lei nº 12.244/2010, de 24 de maio.

Acervos – A seleção das obras do PNBE 2011


foi realizada pelo Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). A instituição recebeu 1.938 inscrições de livros, dos quais selecionou 300. Os livros pertencem aos gêneros poesia, conto, crônica, novela, teatro, texto de tradição popular, romance, memória, diário, biografia, relatos de experiências, obras clássicas da literatura universal, livros de imagens e de histórias em quadrinhos e traduções de obras literárias.

De acordo com Jane Cristina, integram os acervos obras com caracteres ampliados para alunos com deficiência visual e outras que vêm escritas e acompanhadas de CD em áudio ou DVD na língua brasileira de sinais (libras). A inclusão de pessoas com deficiências, explica, é um dos objetivos do programa.

Criado em 1997, o Programa Nacional Biblioteca da Escola faz seleções anuais de livros de literatura, adquire as obras das editoras e envia gratuitamente para as escolas públicas da educação básica. Em 2010, receberam coleções as escolas públicas da educação infantil e do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental. Em 2011 será a vez das escolas dos anos finais do ensino fundamental (sexto ao nono ano) e das três séries do ensino médio.

Confira no site do FNDE a relação das 300 obras do PNBE 2011 [URL: http://www.fnde.gov.br/index.php/programas-biblioteca-da-escola].

quinta-feira, agosto 5

ENCONTRO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO

No dia 25 de maio de 2010 foi sancionada a Lei 1.244/2010 que determina que toda escola pública ou privada deve ter uma biblioteca até 2020. A legislação estabelece ainda que as bibliotecas devem ser administradas por especialistas da área – os bibliotecários.


Segundo estudo realizado pelo movimento Todos pela Educação, atualmente existem 21,6 mil profissionais habilitados, enquanto o Brasil conta com aproximadamente 200 mil escolas de educação básica.

Pensando nisso, a Humus realizará no dia 27 de agosto, o ENB – II Encontro Nacional de Bibliotecários de Instituições de Ensino, que discutirá quais são as habilidades e competências desejáveis aos profissionais de inteligência competitiva, entre outros temas.

“A lei é uma diretriz, mas é cada um de nós que deve fazê-la valer!”

Faça sua inscrição até 13/08 no site http://www.humus.com.br/, ou entre em contato com a Central de Atendimento: (11) 5535-1397
e-mail: humus@humus.com.br.