segunda-feira, junho 28

21st Century Learner - Aprendizes do Século 21

A leitura é uma janela para o mundo.

A leitura é uma habilidade fundamental para a aprendizagem, crescimento pessoal, e diversão. O grau em que os alunos possam ler e compreender textos em todos os formatos (por exemplo, imagem, vídeo, impresso) e todos os contextos, é um indicador chave do sucesso na escola e na vida. Como uma habilidade de aprendizagem ao longo da vida, a leitura vai além da decodificação e compreensão para a interpretação e desenvolvimento de novos entendimentos.

O questionamento estabelece um quadro para a aprendizagem.

Para tornar-se aprendizes independentes, os alunos devem adquirir não só as competências, mas também a disposição de usar essas habilidades, juntamente com uma compreensão de suas próprias responsabilidades e estratégias de auto-avaliação. Combinados, esses quatro elementos construir um aluno que podem prosperar em um ambiente de informações complexas.

Comportamento ético no uso da informação deve ser ensinado.

Neste mundo cada vez mais global da informação, os alunos devem aprender a buscar diversas perspectivas, recolher e usar informação de forma ética, social e utilizar as ferramentas de forma responsável e segura.

Habilidades tecnológicas são cruciais para as necessidades futuras de emprego.

Os estudantes de hoje precisam desenvolver competências de informação que lhes permita usar a tecnologia como uma ferramenta importante para a aprendizagem, tanto agora como no futuro.

O acesso equitativo é um componente chave para a educação.

Todas as crianças merecem ter acesso eqüitativo aos livros e à leitura, à informação e tecnologia da informação em um ambiente seguro e propício à aprendizagem.

A definição de capacitação informacional ou information literacy tornou-se mais complexos como os avanços dos recursos e das tecnologias.

Information literacy tem progredido desde a definição simples de usar recursos de referência à informação, até o encontrar a informação. Multiplas literacias, incluindo a alfabetização de informação digital, visual, textual e tecnológico, tornaram-se agora as novas habilidades necessárias e fundamentais para este século.

A expansão contínua da informação exige que todos os indivíduos adquiram as habilidades de pensamento que lhes permitam aprender por conta própria.

A grande quantidade de informações disponíveis para os nossos alunos exige que cada indivíduo adquirir as habilidades para selecionar, avaliar e utilizar a informação adequada e eficaz.

Aprendizagem tem um contexto social =
O aprendizado é reforçado pela oportunidade de compartilhar e aprender com os outros. Os alunos precisam de desenvolver competências na partilha de conhecimentos e aprendizagem com os outros, tanto em situações presenciais e através da tecnologia.

Bibliotecas escolares são essenciais para o desenvolvimento de habilidades de aprendizagem =

bibliotecas escolares fornecem o acesso físico e intelectual eqüitativo aos recursos e ferramentas necessárias para o aprendizado em um ambiente aconchegante, estimulante e seguro. Bibliotecarios escolares americanos e europeus agora colaboram com os professores na instrução, estratégias de aprendizagem e prática na utilização das competências essenciais da aprendizagem necessária no século 21.

Mais informações:
http://www.ala.org/ala/mgrps/divs/aasl/guidelinesandstandards/learningstandards/standards.cfm
Standards for the 21st-Century Learner in Action, American Association of School Librarians
Tradução Google e Milly Pannunzio

quarta-feira, maio 19

Artigos muito interessantes sobre biblioteca escolar

Não deixem de visitar a coluna de Marilucia Bernardi e Maria Helena T. C. Barros
http://www.ofaj.com.br/colunistas.php?cod=24

BIBLIOTECA ESCOLAR

Colunas Marilucia Bernardi e Maria Helena T. C. Barros

[Fevereiro/2010]
MEDIAÇÃO DA LEITURA E A BIBLIOTECA ESCOLAR

Há muito tempo que já lemos ou ouvimos a respeito deste assunto; muitas pessoas já abordaram, falam e, com certeza, continuarão a tratar do tema, pois ele não se esgota em si. Assim como muitas campanhas educativas, não pode ser discutido sazonalmente. É preciso haver discussões constantes até termos certeza ou sentirmos que, realmente, houve alguma mudança estrutural no nosso ... LEIA MAIS

ANTERIORES

[Janeiro/2010]
TEMPO DE PLANEJAMENTO

[Dezembro/2009]
FINAL DE ANO E A BIBLIOTECA ESCOLAR

[Novembro/2009]
BIBLIOTECA ESCOLAR: ENTRE A PRÁTICA, A NÃO-PRÁTICA E A POLÍTICA PÚBLICA

[Outubro/2009]
AVALIAÇÃO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

[Setembro/2009]
BIBLIOTECÁRIO E PROFESSOR: PARCERIA E INTEGRAÇÃO

[Agosto/2009]
BIBLIOTECA ESCOLAR ATIVA NAS FÉRIAS?

[Julho/2009]
O 2º GRAU SOB CUIDADOS

[Junho/2009]
SERVIÇOS ESSENCIAIS NA BIBLIOTECA ESCOLAR

[Maio/2009]
BIBLIOTECA PARA TODOS (?): INFORMAÇÃO, LEITURA E PESQUISA

[Abril/2009]
ACERVO ESCOLAR – BILIOTECA OU SALA DE LEITURA?

[Março/2009]
NOVAS SALAS DE LEITURA

[Fevereiro/2009]
BIBLIOTECA ESCOLAR – FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DE ACERVO

[Janeiro/2009]
DEWEY READMORE BOOKS

[Dezembro/2008]
ORGANIZAÇÃO E GERENCIAMENTO DA BIBLIOTECA ESCOLAR

[Novembro/2008]
ALFABETIZAÇÃO INFORMACIONAL

[Outubro/2008]
BIBLIOTECA ESCOLAR – O PROFISSIONAL FAZ A DIFERENÇA

[Setembro/2008]
SER “DE PAZ”

[Agosto/2008]
BIBLIOTECA ESCOLAR, ATO CONTÍNUO

[Julho/2008]
UMA PIADA DE MAU GOSTO

[Junho/2008]
BIBLIOTECA ESCOLAR

[Maio/2008]
O DESMONTE

domingo, abril 11

Novidades

Queridos professores bibliotecários e amigos,

Muitos novos links interessantes ligados a biblioteconomia escolar e ciência da informação foram acrescentados.

Vale muito tirar uma horinha para explorar!

Não esqueçam de clicar em "SEGUIR" este blog, para receber sempre novidades na área.

Um abraço

Milly

terça-feira, março 2

Tempo de Planejamento

Por Maria Helena T. C. Barros e Marilucia Bernardi

Quando existe concretamente, a biblioteca escolar justifica essa denominação e essa categoria por acompanhar o ritmo e os objetivos da escola, antes de mais nada.

Tendo-se em conta que ela atende um público variado, porém muito característico, é preciso considerar que ela toma em consideração as necessidades informacionais de, pelo menos, três segmentos de público, com demandas distintas e especiais: alunos com seriação escolar e desenvolvimentos variados (além da diferença de sexo, em alguns aspectos); professores de áreas e interesses específicos; funcionários e especialistas com necessidades e demandas diferenciadas. A tudo isto, acrescentem-se mudanças superficiais ou profundas por conta de orientações do MEC ou de legislação vigente, ocorridas de um ano para o outro.

Em contrapartida, há o apelo do mercado de livros, periódicos e audiovisuais, com produção crescente, além de produtos virtuais, que surgem a cada pouco e que “tentam” a cada instante.

O que fazer?

Instala-se o conflito para aqueles que, responsáveis pela biblioteca escolar, querem fazer o melhor, dentro de seus limites.

Após o alvoroço das festas de final de ano e ao término do recesso escolar – mas, antes da volta às aulas, retorna a equipe de especialistas, funcionários e professores e envolve-se com o planejamento do período letivo seguinte. É um tempo de reflexão, de confabulação, de algumas mudanças e tomadas de decisão.

A biblioteca não pode ficar ausente nem alheia ao que se passa no âmbito do planejamento de que se está falando, o qual vai incidir sobre toda a comunidade de forma quer positiva quer negativa, ao longo do ano, dependendo do que ela possa apresentar aos usuários como seus produtos informacionais, os quais, por sua vez, dependem da mentalidade e das iniciativas de quem esteja à sua frente.

Isto posto, é preciso considerar que nenhuma biblioteca pode permanecer congelada ou cristalizada em termos, principalmente, de acervo e de promoção de atividades culturais. O espaço da biblioteca é tão escolar quanto a sala de aula, que deve apoiar e reforçar de forma articulada, harmoniosa e objetiva.

Portanto, cumprem aí alguns quesitos imprescindíveis: 1- acompanhar e participar do planejamento escolar, 2- adequar-se aos objetivos específicos desse planejamento, em termos de conteúdo programático, 3- refletir sobre as eventuais mudanças havidas e/ou programadas, 4- preparar criativamente uma programação cultural que contemple a atualidade e o patamar do conhecimento escolar e, ao mesmo tempo, implique a melhoria do acervo de itens bibliográficos e não bibliográficos.

Essa é, também, uma boa oportunidade para a avaliação do que a biblioteca contém; momento também para acréscimos, desbastes, permutas e doações. Momento, ainda, para garantir recursos financeiros, de lutar pela qualidade do que se pode oferecer, além de avançar na melhoria da capacitação da equipe interna em atividade, entre bibliotecários e não bibliotecários.

Pode até ser o melhor momento para avaliar o desempenho e o rendimento da biblioteca no ano findo, para garantir que falhas e insucessos sejam discutidos e eliminados no ano que se inicia.

As dificuldades encontradas na gestão da biblioteca escolar impõem atitudes e tomadas de decisão diferenciadas, quando se trata da rede particular de ensino ou na rede pública, em território nacional. Para a rede particular, em geral, a biblioteca escolar acaba tendo um apelo de marketing forte; portanto, as vicissitudes usuais são menos sentidas e os fatores atrativos são mais presentes. Já na rede pública, as dificuldades são intensas, envolvendo toda sorte de recursos: físicos, materiais, bibliográficos e não bibliográficos, tecnológicos, financeiros e – principalmente – humanos, facilitados ou dificultados pelas políticas públicas a ela ligadas e, restritamente, pelas atitudes e decisões dos gestores locais.

Na rede pública do município de São Paulo, o projeto dos CÉUs apresenta uma rara exceção. Contando com bibliotecários concursados, começa a mostrar que essa comunidade escolar pode apresentar uma outra realidade, embora necessite ainda de ajustes e aperfeiçoamentos, em todos os seus aspectos.

Repete-se a pergunta: o que fazer?

Enquanto a mentalidade de governantes e autoridades do setor não mudar (ou não quiser mudar) na medida certa, é preciso usar de artifícios criativos para superar certas dificuldades. Por exemplo: 1- estabelecer parcerias para guarnecer o espaço físico, oferecendo, em troca, divulgação do parceiro e da própria parceria, seja na mídia interna ou externa, em eventos da área, etc.; 2- fazer da ação cultural um ponto forte da biblioteca; 3- adotar ousada e intensamente a prática do arquivo/pastas de recortes de textos e imagens, no intuito de melhorar e complementar a oferta informacional para o público usuário; 4- buscar a aproximação com o público externo para beneficiá-lo e incorporá-lo ao seu âmbito de divulgação da informação e da cultura; 5- definir e estabelecer projetos viáveis e factíveis de extensão de informação, leitura e cultura, “quebrando” os limites físicos da biblioteca da escola; 6- formar/participar de uma rede local/regional de bibliotecas escolares, ampliando sua atuação e influência benéficas para a comunidade externa.

Finalizando, “quem sabe faz a hora, não espera acontecer! (MHTCB)

Sobre as autoras:

Marilucia Bernardi - Formada pela PUCCamp, é bibliotecária e professora de Biblioteca no Colégio Santa Maria, dede 1996. Atuou na Fundação Getulio Vargas de São Paulo, na Metal Leve e chefiou a Biblioteca da Faculdade Anhembi-Morumbi. Possui textos publicados e ministrou palestras sobre Biblioteca Escolar. Atualmente é conselheira do CRB-8ª – São Paulo.

Maria Helena T. C. Barros - Livre-docente em Disseminação da Informação (UNESP); Doutora em Ciências da Comunicação (USP); Mestre em Biblioteconomia (PUCCAMP); Especialista em Ação Cultural (USP); Formada em Biblioteconomia e Cultura Geral (Fac. Filosofia Sedes Sapientiae); Autora de livros e artigos científicos publicados no Brasil e no Exterior.

Artigo da:
ALMEIDA JUNIOR, O., 2010. O mundo que lê, coluna: biblioteca escolar, janeiro 2010. http://www.ofaj.com.br/colunas_conteudo.php?cod=493

sexta-feira, fevereiro 19

Bibliotecário: contexto de mudança e inovação necessária. por Marli Dias de Souza Pinto

Resumo

O bibliotecário executa uma das profissões mais antigas da humanidade e vivencia mudanças significativas para acompanhar os avanços de toda ordem, bem como de novas demandas informacionais das organizações e das pessoas.

A mudança é tida como processo natural ao longo da existência das organizações e também das bibliotecas. Os fatores que impulsionam as organizações e as bibliotecas a adotar uma postura diferente são conseqüências: da abertura de mercado globalizado, da velocidade do processamento da informação, das alterações significativas nas demandas informacionais das pessoas, da gestão da informação e do conhecimento, dentre outras.

Nesta oportunidade aproveito o espaço significativo de elaboração de conhecimentos científicos proporcionado pela Associação Catarinense de Bibliotecários (ACB), por meio de seu periódico nesse semestre de 2009, e, por acreditar ser conveniente, apontar uma afirmação de Peter Drucker o pai da Gestão que escreveu que a melhor maneira de “prever o futuro é criá-lo”.

Aproprio-me da citação de Drucker para cumprimentar a ACB na pessoa de sua Comissão Editorial e os bibliotecários que apresentam artigos nessa edição da Revista, todos com abordagem ou assuntos inovadores na área tais como: compartilhamento de experiência vivenciados em biblioteca, serviços de alta relevância na disseminação e recuperação de informação, ações de inclusão desenvolvido em laboratórios de acessibilidade, fatores de satisfação dos bibliotecários relacionados a abordagem ergonômica e também termo ambientais, requisito de criatividade na prestação de serviços e no desenvolvimento de produtos, despertar do leitor e incentivo a leitura e a preservação documental e técnicas de prolongamentos de vida útil do documento.

Sabe-se que para se adequar ao perfil inovador o profissional precisa muito mais do que conhecimento e habilidades, mas um repensar pontualmente sobre suas atitudes interpessoais significativas de envolvimento, comprometimento, trabalho em equipe, para dar visibilidade profissional, devido a área ser multidisciplinar.

Neste contexto, e em razão da configuração de uma sociedade do conhecimento, a ferramenta tecnológica, representada nesse momento pela internet, é vista como alternativa ao atual modelo de comunicação nas organizações inovadoras. Sendo a informação e o conhecimento passaportes essenciais, possibilita que o processo de inovação ocorra em qualquer área de conhecimento.

As alterações estruturais são fundamentais, repercutem e desafiam os bibliotecários a trabalharem com rapidez e com informações significativas para gerar conhecimentos e criar produtos e serviços diferenciados ou únicos com o auxilio de tecnologias de informação e redes.

Para uma biblioteca que decide trabalhar com potencial inovador é indispensável que seus profissionais estejam prontos para enfrentar os novos desafios e, que tenham a compreensão, se necessário for, para alterar seu perfil e seu comportamento e adaptar-se as novas situações. É necessário previamente desenvolver e implantar mecanismos que possibilitem a mudança cultural se esse não for favorável.

Assim como o planeta está em perigo com o aquecimento global, a saúde de nossas organizações e nossa sociedade está em perigo também. Nós bibliotecários temos nossa parcela de responsabilidade de inovar com sustentabilidade sócio-ambiental, política, cultural sanando lacunas informacionais, impelidos agora não só transformar teoria em prática, mas em soluções inovadoras para a comunidade a que servimos.

Ler artigo completo no link: Revista Eletrônica ACB: Biblioteconomia em Santa Catarina

Marli Dias de Souza Pinto
Pesquisadora CNPq

terça-feira, janeiro 19

O Fundo Da Vinci Huis e a IASL (International Association of School Librarianship) promovem a seleção de um profissional de biblioteca escolar para participar da 39ª Conferência da IASL em Brisbane, Austrália, nos dia 27/09/2010 a 01/10/2010.

Stichting het Da Vinci Huis
Nieuwpoortkade 2A (D129)
NL-1055 RX Amsterdam
Netherlands
dvhfonds@gmail.com
‘IASL - DA VINCI HOUSE FUND FOR BRASIL’

ORIGEM

O Fundo foi criado em 2009 com a finalidade de aumentar as oportunidades para que jovens bibliotecários(as) brasileiros(as) possam participar ativamente de fóruns internacionais sobre biblioteca escolar, especialmente da International Association of School Librarianship (IASL).

OBJETIVO

O Fundo consiste em um prêmio para possibilitar que jovens bibliotecários (as), que trabalhem e vivam no Brasil, e que sejam interessados em bibliotecas escolares e sua função educativa, participem de congressos da International Association of School Librarianship – IASL. Este bibliotecário (a) deverá ter 40 anos ou menos. A participação permitirá que essa pessoa atualize seus conhecimentos e habilidades e possa construir uma rede de pessoas e organizações interessadas na biblioteca escolar.

QUEM PODE SE CANDIDATAR

Tanto indivíduos quanto instituições podem se candidatar.

ASPECTOS FINANCEIROS

O prêmio inclui:

• Pagamento de duas anuidades como membro da IASL;

• Despesas de viagem para participar do Congresso da IASL 2010 ( 27/09/2010 a 02/10/2010 em Brisbane, Australia);

• Despesas com passaporte e visto;

• Seguro de viagem;

• Despesas para acomodação e alimentação.

ADMINISTRAÇÃO

O Fundo é administrado pela ‘Stichting Het Da Vinci Huis’, com sede na Holanda. Uma comissão formada por três membros, presidida pelo Diretor Regional da IASL para a América Latina/Caribe selecionará o candidato a ser indicado ao prêmio. O Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe será a pessoa de contato entre o vencedor e a Stichting Het Da Vinci Huis.

SELEÇÃO

A seleção dos candidatos será feita por um júri formado por três profissionais: o Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe, um professor universitário que atue na área de biblioteca escolar e o presidente de uma entidade que reúna bibliotecas escolares. Para 2010 o júri será formado por:

- Katharina B. L. Berg - Diretora Regional da IASL para a América Latina e Caribe;

- Profa. Dra. Bernadete Campello (UFMG - Grupo de Estudos em Biblioteca Escolar)

- Eliane Fioravante Garcez (Coordenador - Grupo de Bibiotecários da Área Escolar de Santa Catarina - GBAE/SC)

INSCRIÇÕES

Os candidatos deverão enviar sua inscrição ao prêmio e toda a documentação requerida para o Diretor Regional da IASL para a América Latina e Caribe (kberg@midiateca.com.br)

Na inscrição o candidato deverá incluir:

- Currículo vitae;

- uma breve descrição da escola e da biblioteca escolar onde trabalha;

- os motivos que o levam a se candidatar ao prêmio;

- o nome de um dos membros da escola onde trabalha para contato;

Deve enviar também uma explanação sobre os benefícios em potencial que o prêmio pode trazer caso seja escolhido.

As inscrições podem ser feitas por correio ou eletronicamente. O formulário de inscrição está disponível em: http://albertkb.nl/pageID_8620835.html

O prazo final para a inscrição ao Prêmio é 1º de maio.

OUTROS REQUISITOS



O vencedor deverá fazer uma pequena apresentação (cerca de 10 minutos) durante a Conferência da IASL e escrever um relato para ser publicado em uma revista de circulação nacional/internacional.

quarta-feira, novembro 25

Desafios de uma Biblioteca na Era dos Nativos Digitais

Desafios de uma biblioteca na era dos nativos digitais
Arquivado em: 1 — aldobarreto @ 7:56 pm

Todos os setores de uma biblioteca estão enfrentando o desafio de mudançar para um ambiente digital onde já foram grande parte de seus leitores e esta palestra proferida por Dame Lynne Brindley, Chief Executive da British Library, dá uma visão desta preocupação quando uma biblioteca é uma instituição nacional.

Ao começar com uma visão geral de sua carreira nos serviços de biblioteca digital, Dame Brindley aborda alguns dos recentes desenvolvimentos de grande alcance no campo da informação, especialmente no Reino Unido: o crescente papel da estratégia de informação nos segmentos de mercado, o reconhecimento crescente do valor da gestão do conhecimento, a criação de bibliotecas completamente eletrônicas e a emergência dos usuários nativos digitais.

Estes pontos fornecem pano de fundo das seis questões que Dame Brindley acha que as bibliotecas realmente precisam prestar atenção para garantir a sua posição estratégica e continuar como instituições relevantes para a sociedade.

Estas questões são:

1) e-Ciência e e-pesquisa, a vida que existe além do documento
2) Web 2.0 e Web 3.0 – além das tecnologias,
3) Coleções especiais e conteúdos digitais,
4) Planos de letramento informacionaI para uma alfabetização no século 21,
5) medidas de preservação digital e acesso de longo prazo, e
6) Espaços especiais para os nativos digitais (inspiring spaces)

Estas questões são apresentadas detalhadas no texto que indicamos abaixo. Mas, quando você considera a posição e influência do autor deste artigo, o interessante são as questões identificadas e não tanto os detalhes envolvidos.

O artigo está disponível livre para ler e baixar no site do NFAIS. Este é um artigo de Brindley, Lynne J. “Challenges for Great Libraries in the Age of the Digital Native”

http://www.nfais.org/files/file/mc_lecture_2009.pdf

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Nota: O artigo de Brindley, Lynne J. “Challenges for Great Libraries in the Age of the Digital Native”, foi tambem publicado no periódico Information Services and Use 29(1)(2009) Mais você precisa pagar para ter acesso ao texto na web O artigo está disponível livre para ler e baixar no site do NFAIS

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sexta-feira, novembro 6

Se você precisa de uma informação, quais são as etapas do processo para encontra-la e utiliza-la?